Así que la venida del 2012

Ois…. Aqui novamente. Não gosto muito de escrever por obrigação, aliás, não gosto nada. Com inspiração é uma lástima, sem ela então…. arghs! Mas chegamos ao final de mais um ano, e tirando o que é ruim e o que não presta, estou aqui………… ainda. \o/

Isto posto achei necessário escrever algumas linhas (poucas, bem poucas para não lhe tomar vosso tempo), sendo assim vamos a elas.

Um ano de transição. Falar nisso o trânsito anda uma bosta (ok, transição e trânsito… eu sei, mas se não aproveito…. encaixar o trânsito entende? 1 + 1?).

Não farei uma retrospectiva, isto é lá com a globo. É bom salientar, no entanto, que houve coisas boas, outras tantas muito boas, e também as raras e excelentes (mas houve – CceaemesfpedpetescA)¹ e é a soma destas todas é que faz com que o que não é bom, o que incomoda, o que não presta, o que realmente não deveria existir, seja então suportável. Suportemos pois.

Meus seis ávidos leitores se desdobram; a cada novo post eles acessam o blog, de lan houses próximas onde moram, em diferentes computadores, para que pareça a algum navegador desavisado e aqui perdido, que o degas aqui, tem quem o leia além deles é claro (vos agradeço e me perdoem o excesso de honestidade).

Certamente ficarão aborrecidos comigo, mas preciso ser correto e apesar de ser grato, aos seis empedernidos escudeiros, quero lhes dizer que não nasci para ser mago (também estou curto de grana para pagar o acesso, desculpem, ando procurando por um patr…. ups. Acerto quando puder, ok?).

De tudo o que já vivi, das experiências todas que tive e que ainda espero ter, por mais estúpido que seja o ser humano (os ceresumanos também), confesso que vale a pena.

Ainda preciso reparar alguns erros antes de encerrar a minha jornada aqui, e espero que este tempo me seja concedido. Não tenho grandes ambições, espero não vacilar, não me corromper (pessoal do PP*&¨%, obrigado pelo convite, mas não dou pra político, aliás, não dou pra ninguém – fica o registro), não sacanear ninguém, a despeito de já ter sido.

Particularmente não gosto destas datas de final de ano, mas sou uma aberração. Não irei, no entanto, elencar o porquê não gosto disto ou acabaria estragando o natal de muita gente (ok, de todos meus seis leitores, cacoete de escritor – dos grandes).

Sendo assim, a eles e a algum eventual visitante deste singelo blogue, desejo que o ano que vem não seja apenas para definir a vida de mais um político inapto, que 2012 venha mesmo para demonstrar a nossa desconformidade com a corrupção que assola este país. Esta na hora de pararmos com o discurso vazio e mudarmos realmente o que precisa ser mudado.

Queria mais, muito mais, mas acho que se começarmos definindo quem administra o nosso dinheiro suado, já está de bom tamanho.

A todos vocês meus mais sinceros votos de um Feliz Natal e um Ano Novo, correto, o resto à gente ajeita.

P.s.: um Natal na voz do Sinatra é bem legal, e se tivesse neve ainda seria muito melhor. Abstraia e deleite-se².

( ¹ ) Nota do autor (me): segredo meu e da minha filha, sorry.

( ² ) Nota do autor (me again): se beber morra sentado no sofá da sala, não encha o carro com familiares para matá-los juntos com você. Abraço.

Até quando?

27/03 – 23:50 h. – Preferiria escrever sobre algo que domino. Isto certamente evitaria que me aborrecesse e jogasse o teclado contra parede. E, estava, prestes a fazê-lo (nada como um drama), quando me dei conta que seria interessante arriscar.

Críticas são sempre bem vindas, mas tendem a crueldade quando, ao colocarmos nossos pontos de vista, esbarramos na falta de conhecimento. E justamente isto é que me impedia de tocar em assuntos que dependiam de análise criteriosa, profunda, e não superficial, como a que tenho.

Ocorre que ao não fazê-lo, entro diretamente para o grupo daqueles que pecam por falta e omissão.

Somos uma “ilha” – disse alguém certa feita – e, duvido que alguém a isto conteste. Acreditamos que ao isolar-nos dos problemas, ficamos abstraídos às coisas que acontecem, que nos incomodam tanto, que nos fazem pensar no alheio. Sim, acontecem e, querendo ou não, sofremos. Melhor falar na primeira pessoa, sofro. Toda sorte de mazelas e desgraças espoca em nossa volta.  Lamentavelmente nada fazemos. É tão mais fácil engolir a seco. Olhar para o lado é melhor que negar. Como se nada nos atingisse, e porque se incomodar? Afinal estamos aonde chegamos por mérito próprio, ninguém nos deu(?), e depois, já chega todos os problemas que vivemos. Problemas? Contas em atraso, filas intermináveis, filhos incompreendidos, mau humor, discussões banais, trabalho cansativo, amores mal resolvidos,  etc. Sim, porque se incomodar e por quê trazer ao nosso mundo os problemas dos outros. Logo nos vem aquele pensamento confortável, aquele que nos indica que mesmo que ofertamos um prato de comida, nada acontecerá para mudar o destino de quem atendemos de imediato. Será? Basta um gesto de carinho, um saciar de sede, um matar de fome. Naquele momento, tenha certeza de que você fez a sua parte. A paga pode ser pouca, se é que você espera por algo assim. Mas se o reconhecimento vier num sorriso, terá valido a pena, quem sabe o seu gesto não mude um destino paralelo. Navegar é preciso.

Bem, imagino que alguém agora esteja pensando, é tão simples assim? Um gesto apenas irá acabar com o meu incômodo? Responder a isto certamente faria pensar que alguém que  leia isto, é dado a poucas reminiscências, ou você ainda não se deu conta do lugar em que vive? Todos sabem que não, todos sabem o que é preciso mudar, para que questões como estas não nos incomodem mais. No entanto continuamos a manter esta pirâmide. Somos a base que elege os incompetentes, e pior do que isto, reelege. Sofremos da perda de memória seletiva. Ou alguém lembra em quem votou na eleição passada? Se quiser que algo aconteça, que alguém faça diferente, que a minha consciência não doa, nem incomode, vou começar valorizando aquele que indico para me representar politicamente. Alguém que pense como eu. Ou talvez como você. Desde sempre ouço dizer que somos o país do futuro. Pois bem, quero o meu futuro agora. E é com este pensamento que irei votar nas próximas eleições. E é assim que imagino que mudarei alguma coisa, que me fará ser mais do que uma ilha.

O hábito faz o monge.

24/03 – 23:07 h. Idéias para um texto. O primeiro movimento, o pontapé inicial, a arrancada, não são sinônimos,  no entanto indicam um começo. No meu caso, um começo trôpego. Diários decididamente são tão mais fáceis, mas meu dia-dia é tão interessante quanto uma bula em chinês. Sorte ou azar, minhas atenções recaem para situações, coisas ou pessoas que conheço. Isto evita escrever sobre o que não domino. Paradoxalmente, isto me permite ousar, sobretudo quando escrevo sobre relacionamentos ou aquilo que os envolve. E é essa a idéia que me toma de supetão.

Anônimas, apesar de dividirem o mesmo espaço em minha tela, três pessoas, tem algo em comum. Duas são amigas – minhas – e a terceira gostaria que fosse, talvez um dia. Suas vidas particulares não dizem respeito a ninguém, além delas mesmo e daqueles que as cercam. Todas, sem exceções, tem problemas, dos mais diversos, assim como eu e….. bem,  alguém que por ventura leia isto.

Mas o que elas tem em comum além da síntese da palavra problema? Para responder a esta questão é necessário saber o que elas fazem. Uma é professora, outra é enfermeira e a última veterinária.

Em suas profissões está a resposta, mas queria discorrer um pouco mais sobre este assunto. A palavra que as une, inicialmente, é abnegação. Imagino que nem percebem de fato, como e quanto são dedicadas e desprendidas. Alheias aos problemas que lhe são inerentes, ao assumirem o seu lado profissional irradiam paixão pelo que fazem, o que torna, de imediato, a vida de quem lhes cruza o caminho, uma dádiva, pois é nesta entrega, nem sempre recíproca, que disseminam seu carinho e afeto, tão necessário a todos e que às vezes lhes falta. Dão tanto de si e nem sempre tem quem as acolha, quem lhes supra e recomponha tudo o que necessitam para poder continuar. São altruístas e abençoadas. Pessoas como elas é que fazem a diferença neste mundo insidioso. Aliás deveríamos ter mais pessoas assim. Aí então seríamos “seres humanos”. Gostaria que soubessem, quanto me sinto honrado por conhecê-las e o quanto sou grato por existirem. Dedico este texto a todas aquelas pessoas que de uma forma ou de outra fazem a diferença. :o )))

 

Nada como um dia após o outro…

Ñ tenho hábito de escrever diário. Por curiosidade já li (até pq leio qq coisa) blogs de gente q se dispõem a escrever sem se importar com quem vai lê-los. Alguns o fazem com maestria. Narram acontecimentos banais e prendem a atenção. Tornam o espaço um atrativo, fazendo com q se volte mais vezes para acompanhar a narrativa. Outros cansam, acham um porre postar qdo viram "celebridade". Confesso q a obrigação é um pé no saco. Imagino que funcione mais como uma terapia, um desabafo e que por algum motivo simples, atraí pessoas dispostas a ler. Uma pessoa pouco tempo atrás convidou-me para que tivesse uma página no Orkut. Acredito que por um período relativamente curto fui o menor perfil que se teve notícia. Por motivos pessoais o excluí. Ñ cabe aqui expor o pq. No entanto ficou incutida a vontade de por para fora coisas que tvz sejam do interesse de mais alguém. Ñ há pretensão alguma. Gostaria de me expressar melhor. Tvz o exercício me ajude a melhorar a eloqüência e quem sabe de quebra ajude alguém de alguma forma.
Então eis-me aqui. Com um espaço que tvz ninguém veja e a liberdade de escrever besteiras. Parece-me tentador. Agora são 23:38 h. No cabeçalho marca 21:16 h. Ñ encontrei a opção para alterar o horário. Pode ser até que tenha, e se tiver certamente mudarei. Como o espaço é meu a verdade tb é minha.
O título acima tem haver com superações. É clichê, porém verdadeiro. Pois neste momento preciso superar a perda de um sonho. Pode parecer piegas, mas na idade em q estou, perdê-los é uma coisa ruim. A chance de recuperá-los é remota, por isto o lamento. E há que se lamentar. Todo sentimento ajuda a crescer. No erro está a oportunidade do reparo. E há que se reparar. Ainda hj li uma frase interessante que agora ñ recordarei a autoria: "Aprenda com os erros dos outros. Seria impossível vc viver o suficiente para cometê-los todos".